Sonhos frustrados, momentos de dor
Como perfume derramado, sobre vida de amor
Dos trapos sujos, resta a nódoa de viver
Que emana no intimo a lágrima de meu ser
Buscando sentido, ao principio de ter
Sofrer a dor do abandono, sem saber o porquê
Dos cacos mudos, resta a dor de prosseguir
Ainda pulsa no peito, mesmo fingindo um sorrir
Dores passadas, com sentido eterno
Chorar das amarras, dizendo que esse é certo
Da vida ao surdo, ouça o grito de amar
Que na esperança do riso, busco em ti o meu sonho


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