Quantos erros eu ainda cometerei
Cheguei ao limite do desprezoContendas que ceifam meus dias,
Quantas vidas cairão assim
Será minha história igualmente amarga
Palavras usadas com recursos tão fiéis
Minha rotina os defeitos e Incertezas
Sabor do fel a solidão agra
Como será andar por este atalho,
Que ganha contornos de tristeza
No limite da repulsa que aceita a dor,
Da intolerância a ignorância sem afago
Da vida
Do esgotamento cego sem opção
Há quem prefira pensar no perdão,
Essa é grandeza mais exigida
Assim viver a vida sem razão
20/09/201019:46

Um comentário:
Olá! Poema simplesmente maravilhoso. Que talento o seu para a poesia.
Abraços,
Lila
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