SERÃO ASSIM MEUS DIAS





Quantos erros eu ainda cometerei
Cheguei ao limite do desprezo
Contendas que ceifam meus dias,
Quantas vidas cairão assim

Será minha história igualmente amarga
Palavras usadas com recursos tão fiéis
Minha rotina os defeitos e Incertezas
Sabor do fel a solidão agra

Como será andar por este atalho,
Que ganha contornos de tristeza
No limite da repulsa que aceita a dor,
Da intolerância a ignorância sem afago

Da vida
Do esgotamento cego sem opção
Há quem prefira pensar no perdão,
Essa é grandeza mais exigida
Assim viver a vida sem razão

by Alexandre Pormann
20/09/2010
19:46






Um comentário:

♥ Lila ♥ disse...

Olá! Poema simplesmente maravilhoso. Que talento o seu para a poesia.
Abraços,
Lila